Terça-feira, 13 DE Julho 2010

 

Iker Casillas (ESP), Sergio Romero (ARG), Maarten Stekelenburg (HOL);

Daniel Agger (DIN), Simon Kjaer (DIN), Nemanja Vidic (SER), Gerard Piqué (ESP), Philipp Lahm (ALE), Giovanni van Bronckhorst (HOL), Gregory van der Wiel (HOL), Fábio Coentrão (POR);

Javier Mascherano (ARG), Juraj Kucka (ESL), Bastian Schweinsteiger (ALE) Wesley Sneijder (HOL), Dirk Kuyt (HOL), Andrés Iniesta (ESP);

Diego Forlán (URU), Lionel Messi (ARG) Thomas Müller (ALE), Asamoah Gyan (GAN), Arjen Robben (HOL), David Villa (ESP)

Treinador: Vicente del Bosque

publicado por Spinafro às 18:47

publicado por N.T. às 17:16

 

O restante "plantel": Stekelenburg, Eduardo; Maxi Pereira, Madjid Bougherra, Carles Puyol, Van Bronckhorst; De Jong, Annan, Prince Boateng, Honda, Messi; Luis Suarez. Treinador: Óscar Tabarez

 

publicado por N.T. às 16:51
Segunda-feira, 12 DE Julho 2010

publicado por J.G. às 18:28
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Cerca de 1 mês e 64 jogos depois, a Jabulani deixou de rolar nos relvados da África do Sul. Merecidamente, a Espanha sagrou-se campeã do mundo, após de ter brilhado no Europeu de 2008. Uma geração de jogadores que justifica todos os elogios. Terminada a competição, espaço para uma avaliação final: os intérpretes que mais encantaram os adeptos do futebol, os aspectos menos positivos do torneio e os momentos que deixam saudades.

No meio de 32 selecções nacionais, entre centenas de jogadores, não resulta tarefa fácil determinar um onze-base com os melhores. A escolha é sempre subjectiva, sujeita ao gosto pessoal de cada um. De qualquer modo, aceito o desafio. Respeitando o sistema táctico 4x2x3x1, por sinal o esquema utilizado pelas selecções presentes na final – Espanha e Holanda – aqui ficam os meus 11 heróis do Mundial 2010:

Na baliza, Iker Casillas, o experiente guarda-redes do Real de Madrid. José Mourinho pode dormir tranquilo. No lado direito da defesa, Sergio Ramos. Ao centro, o alemão Arne Friedrich e o capitão do Barcelona, Carles Puyol. Na esquerda, um outro capitão, mas da selecção ‘laranja’: Gio Van Bronkhorst. De uma maneira ou de outra, todos eles foram muito importantes na caminhada da sua selecção. No meio-campo, o duplo-pivot poderia ser constituído por Xavi e Wesley Sneijder, ‘príncipes’ deste mundial e respectivos comandantes das equipas que pisaram o palco da final. Quanto ao trio mais ofensivo, as dúvidas desaparecem: Thomas Muller (Bota de Ouro e melhor jogador jovem), Diego Forlán (Bola de Ouro ou melhor jogador da competição) e Andrés Iniesta, marcador na partida decisiva, acabam por reunir algum consenso. Por fim, na frente, o jogador que falta: o avançado David Villa, também com 5 golos na contagem pessoal.

No entanto, seria tremendamente injusto não mencionar mais uns quantos jogadores que, de uma maneira ou outra, se destacaram positivamente: o guardião holândes Stekelenburg, o lateral uruguaio Maxi Pereira, os defesas Piqué e Capdevilla (a partir da fase a eliminar, a Espanha não sofreu qualquer golo), a dupla móvel alemã servida por Khedira e Schweinsteiger, a velocidade de ponta de Robben e/ou a capacidade de finalização de Suárez e Miroslav Klose. O lote disponível é enorme, pelo que o tempo irá encarregar-se de dar valor a quem merece ser distinguido.

Finalmente, terminada a competição, o que fica deste torneio? Quais os pontos mais, ou menos, positivos do maior espectáculo do mundo no continente africano? O que deixa saudades e o que não correu conforme o esperado? Em frases curtas e directas, vamos ao + e - do mundial 2010 disputado na África do Sul:

+

A consagração do (bom) futebol espanhol. O equilíbrio da competição. A incerteza do resultado. O bom comportamento registado nas bancadas. A inexistência de conflitos entre os adeptos. O clima festivo, e colorido, num país com intensas dificuldades sócio-económicas. A cobertura, detalhada, da imprensa nacional e internacional. As melhores jogadas. Os melhores futebolistas. Os golos. O Maradona. As beldades Larissa, Sara Carbonero, entre outras. O polvo Paul. As frases, imagens e vídeos que ficam para a história. O mundial, em si mesmo. Agora, só daqui por 4 anos.

-

O tardio amadurecimento do futebol africano, excepção feira para o Gana. A decepção de algumas selecções europeias (França, Itália e Inglaterra). A participação discreta da equipa nacional. A falta de ambição (realismo?) do seleccionador. A cuspidela de Cristiano Ronaldo. As análises e comentários de alguns jornalistas da nossa praça. As vuvuzelas. A chuva. O estado dos relvados. O (excessivo) pragmatismo táctico. A aposta no paradigma defensivo. A quebra na criatividade e imaginação. A raridade do talento puro. Na generalidade, o fraco futebol apresentado. Tempo, agora, para despedir-me deste espaço.

A todos os leitores, agradeço os comentários elogiosos aos artigos de “táctica” e louvo a participação activa durante este longo mês: sem vocês, o blogue Jabulani não tinha a atenção e crédito que também fez por merecer. Aos meus ‘colegas de bancada’ agradeço a oportunidade de contribuir, não tanto como gostaria é certo, para o engrandecimento deste projecto, na certeza de que o resultado superou as melhores expectativas. Até daqui por 4 anos ou, na melhor das hipóteses, quem sabe, durante o Europeu de 2012. Abraço a todos e obrigado!

publicado por stadium às 11:04
Domingo, 11 DE Julho 2010

 

A Espanha é campeã do Mundo de futebol juntando assim a coroação máxima do mundo da bola ao título de melhor da Europa conquistado há dois anos.

Lembremos que a Espanha começou de trás para a frente como se diz nas corridas de Fórmula 1. Perdeu o primeiro jogo para a Suíça e logo soou o alarme no país vizinho. Depois soube equilibrar-se não perder a calma e foi sempre a ganhar até à vitória final e maior.

A derrota inaugural terá marcado todo o trajecto dos novos campeões do Mundo que passaram a jogar um futebol muito mais pragmático e realista do que alguma vez tinham apresentado.

Esta será uma "Espanha 1.0" que não quis correr mais o risco de lhe acontecer o mesmo que sentiu na estreia. Eu diria mesmo que esta Espanha é a nova Itália mas ao contrário, isto é controlar o 1-0 mas com bola nos pés, ao contrário da matreirice cínica italiana que defendia superiormente as suas vantagens. Sendo assim é mais atraente visualmente esta Espanha 1.0 mas igualmente irritante quando não larga a bola.

 

Até à final a Espanha afastou com justiça Portugal, Paraguai e Alemanha, por isso esperava ver a equipa sem medo de pegar no jogo contra os holandeses, mesmo porque o trunfo maior dos laranjas era aproveitarem a posse de bola para servirem Kuyt, Robben e Sneijder. A Espanha não desiludiu e entrou no jogo mais autoritária com mais controlo de jogo e com olhos postos na baliza holandesa. O acerto final tanto em bola corrida como nos temíveis cantos não estava apurado e disso se valeu a Holanda para impôr muita agressividade física no jogo fazendo quebrar o ritmo aos espanhóis com sucessivas faltas e um festival de cartões amarelos.

 

Del Bosque obviamente não prescindiu do seu 4-2-3-1 , que curiosamente também foi utilizado do outro lado por Van Marwijk, deixando Torres no banco continuando a aposta em Pedro. Com a quebra de ritmo e a entrada do jogo em enorme equilibrio sem grandes oportunidades a Holanda conseguiu assustar os espanhóis que acusaram o toque.

A Espanha apostou em dar velocidade aos flancos e trocou Pedro por Navas na esperança que o sevilhano conseguisse forçar a expulsão de algum holandês amarelado. Só que depois dos ajustes foi a Holanda que teve a melhor oportunidade para marcar quando Sneijder isola Robben não conseguiu bater Casillas. O guarda redes do Real Madrid deu o primeiro passo para o título mundial numa defesa soberba. A equipa sentiu a dádivas de Iker e lançou-se ao ataque mas Villa e Sergio Ramos não conseguiam fazer o golo.

Não contente com a perda na cara de Casillas a maior estrela laranja conseguiu arranjar segunda oportunidade fugindo a Puyol e ficando novamente à frente do capitão espanhol que levou a melhor roubando genialmente a bola dos pés de Robben.

Foi aqui que se escreveu a história da final, Robben não matou o jogo porque Casillas recusou-se a morrer com a Espanha na final.

Depois entrou Fabregas para o lugar de Xabi Alonso e o jogo mudou. A Espanha ganhou mais definição no meio campo.

Até ao fim dos 90' tanto Casillas com Stekelenburg estiveram imbatíveis.

 

No prolongamento Del Bosque usou uma valiosa arma chamada Torres que entrou para o lugar de Villa que hoje não foi maravilha. Sentiu-se que a Espanha quis mais ganhar o jogo e o facto de meia equipa laranja estar prestes a ver um vermelho devido ao estilo adoptado para defender previa-se que a Holanda podia caír a qualquer momento porque já se tinha visto que as estrelas laranjas não estavam em dia de decidir nada nem Casillas estava para aí virado.

A expulsão aconteceu já na 2a parte do prologamento e depois Torres aparece a cruzar para a área, a defesa holandesa corta mas a bola sobra para Fabregas que abre magistralmente para Iniesta que fez o melhor golo da sua vida! Como se vê dois jogadores lançados por Del Bosque já na parte final que foram determinantes na vitória.

Mas nada disto teria sido possível se na baliza não tivesse havido um super Casillas e por isso o elegemos como melhor do jogo.

A vitória da Espanha é justa e compreende-se perfeitamente como uma aposta continuada num trabalho que já vem de trás com triunfos nas camadas jovens, no Euro 2008 e agora no Mundial sempre baseado na equipa do Barcelona e por isso não será exagerado dizer que Guardiola também é um campeão do mundo na sombra.

Parabéns Espanha!

publicado por jabulani às 23:36
editado por J.G. às 23:55
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"À terceira é de vez", diriam os holandeses mais optimistas, sentimento justificado por não verem a sua selecção perder um jogo oficial desde a eliminação do Euro'08. Mas se a Oranje conseguiu anular a Espanha em alguns períodos, raramente se conseguiu superiorizar . A esta geração, menos exuberante, coube o mesmo destino que o da famosa Laranja Mecânica.

As próximas semanas serão dolorosas para todos, mas em particular para Robben, o homem que poderia ter sido herói e acaba sob o risco, injusto, de vir a ser considerado o vilão. O esquerdino teve duas oportunidades para marcar na segunda parte, a primeira delas flagrante e que seguramente terá colocado um País a gritar um golo que não se materializou. Mas não foi por ali que o jogo se definiu.

A Holanda entrou com o 11 que logo fora alinhado na numeração das camisolas e com a ambição de anular o futebol espanhol na primeira fase de construção. Não correu o risco, desnecessário, de pressionar a zona defensiva, mas tentou, fixando o quarteto mais avançado no meio-campo adversário, condicionar ao máximo a actuação de Busquets, Xavi e Xabi, enquanto Iniesta era marcado individualmente na outra metade do terreno. A opção era lógica e surtiu algum efeito. Mas destapou as laterais e após uma bola parada que forçou Stekelenburg a exibir os seus dotes aos 5 minutos, a Holanda passou por alguns calafrios.

As acções defensivas de De Jong e Van Bommel, aliadas ao jogo duro da generalidade dos holandeses, re-equilibrou a contenda, mas o médio do Bayern nunca conseguiu dar apoio ofensivo a Sneijder, hoje com dificuldade em pegar no jogo. Kuyit raramente apareceu e todo o jogo ofensivo ficou sobre as costas de Robben. O extremo bem tentou, ainda obrigou Casillas a uma boa defesa à beira do intervalo, mas sozinho não poderia garantir o sucesso.

A acumular cartões em excesso, a Holanda entrou mal na segunda parte. Incapaz de assegurar a posse de bola, ainda viu Robben repetir o movimento com que encerrara a primeira parte. Mas o acerto defensivo desvanecia-se com o passar dos minutos e as preocupações individuais abriram o corredor direito a Villa e companhia. Adensava-se o perigo junto da baliza de Stekelenburg enquanto Robben remava contra a corrente. Só ele obrigava Casillas a manter a atenção sobre o jogo. E quando os treinadores começaram a trocar de médios, procurando maior propensão ofensiva, a Holanda ficou definitivamente fora de jogo.

No prolongamento já não houve pernas holandesas para contrariar a pressão crescente que a Espanha impunha. A expulsão só veio dar razão a quem olhava a para a tv e já não acreditava nas grandes penalidades. Caiu de pé a Holanda, mas ficará sempre a ideia de que poderiam ter feito mais. Muito mais.

publicado por N.T. às 23:26
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Melhor em Campo: 1 Iker CASILLAS

publicado por jabulani às 22:46

publicado por J.G. às 22:03
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publicado por N.T. às 19:00
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