Quarta-feira, 23 DE Junho 2010

Num grupo confuso as duas equipas subiram ao relvado do Nelson Mandela Bay de Port Elizabeth para marcar, uns com mais argumentos que os outros e os primeiros em busca dos três pontos essenciais para a qualificação. Ao conjunto esloveno bastava-lhe apenas o empate para arriscar um feito histórico e os ingleses tentavam contrariar as nuvens negras que assolaram as esperanças britânicas nos dois desafios efectuados este Mundial.

Sem surpresa nos onzes os ingleses entraram a comandar as operações utilizando preferencialmente Lampard e Steven Gerrard nos momentos de transição ofensiva que solicitavam Milner e os avançados Rooney e Defoe. Continuo a achar um crime tentar fazer de Gerrard um interior esquerdo com responsabilidades na ala respectiva mas também é certo que a co-habitação com o jogador do Chelsea é complicada naqueles terrenos já que Lampard não responde tacticamente tão bem quando desposicionado. Os ingleses, aleluia, conseguiam trocar a bola com segurança mas preferiam quase sempre o jogo directo quando invadiam o último terço de terrreno. Quando aos 22 minutos Defoe finalizou com êxito nada mais fez que materializar o claro ascendente britânico. Os eslovenos tentavam penetrar através das zonas de influência de Cole e Johnson orquestrados por Valter Birsa mas sem grande convicção e débeis na tarefa de impedir os desperdícios ingleses junto à baliza de Handanovic, mais uma bela exibição do guardião da Udinese.

O esbanjamento britânico deu lugar ao último fôlego esloveno, precisamente aos 65 minutos Kirm, Dedic e Birsa puseram a última linha inglesa em pânico com três remates de golo condenados ao insucesso. Capello, calmo junto à linha, parecia ter passado a mesma tranquilidade para os seus pupilos que demonstravam inteligência na posse de bola e realismo na abordagem ao jogo. O resultado não impedia, na altura, um futuro risonho para as duas equipas mas nem por isso a Eslovénia baixava os braços. Que o diga Upson no ocaso do jogo.

O final trouxe aos ingleses o doce sabor do objectivo cumprido e aos eslovenos o fel dos eliminados.

Melhor em Campo: 19 Jermain DEFOE

publicado por Spinafro às 17:57
Catenaccio, não sei se reparaste, mas o Capello até te ouviu.

Ontém o 4-4-2 inglês não foi tão linear como previa o site da FIFA. Milner à direita conseguiu incutir uma dinâmica espectacular. As incursões de Gerard da esquerda para o centro, Lampard a distribuir, Barry a estancar, dois laterais ofensivos, Johnson e Cole e dois avançados irrequietos como Rooney e Defoe. Acho que acertou na receita.

Destaques pela positiva:
- Milner
- Defoe (embora foi muito perdulário)
- Terry (há um "super slow motion" que se vê a garra deste jogador, já deitado no relvado tenta lançar-se para tentar cortar um remate violento dos eslovenos, espectacular!)

Destaques pela negativa:
- Eslovénia tinha tudo para passar à próxima fase e foi facilmente batida. Deve estar chateada consigo própria e com razão.
- Rooney, onde anda o "white pelé"? Até agora anda nos bolsos dos defesas contrários.
PP a 24 de Junho de 2010 às 14:34

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