Sexta-feira, 04 DE Junho 2010

Andrea Pirlo, médio da selecção Italiana vai falhar o jogo de estreia frente ao Paraguai, estando em dúvida para o resto do mundial. No encontro particular diante do México, derrota por 2-1, Pirlo saiu aos 10 minutos com uma lesão na perna esquerda. A uma semana do início do mundial, pode ser um golpe duro nas escolhas italianas para a revalidação do título mundial!

publicado por Pedro Varela às 23:22
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Holanda

Os tempos da Laranja Mecânica já lá vão e nem foi sob esse epíteto e postura táctica que os súbditos de Beatriz venceram o único título de selecções do seu pecúlio. Depois de uma tranquila fase de qualificação, os neerlandeses  sob o comando técnico de van Marwijk têm no eterno van Bronckhorst, em van der Vaart e Robben os artífices para uma campanha africana tranquila mas bem suportada pelos africânderes, seus descendentes mas nativos da África do Sul.

 


Jogador-chave: Wesley Sneijder – alcançou este ano a sua melhor época desde que deixou o Ajax e é com essa motivação que receberá a tarefa de liderar a Oranje em direcção à baliza adversária, quer pela sua capacidade técnica quer pela sua faculdade para ler o jogo. 

Dinamarca


Quando no México’86 foram alcunhados de Danish Dynamite, os dinamarqueses tinham mostrado ao mundo um hino ao futebol de ataque, exponenciado pela batuta de Sepp Piontek, nos pés dos ilustres Jesper Olsen, Michael Laudrup e Elkjær Larsen. Dessa equipa também fazia parte o líbero Morten Olsen, hoje seleccionador de um conjunto que foi capaz de se apurar superando a rival Suécia e Portugal. Entre os veteranos Jorgensen e Tomasson ou na juventude de Agger e de Bendtner, arrisca uma participação meritória no certame.

 

Jogador-chave: Jesper Grønkjær – o natural da Gronelândia chega a este Mundial como a face mais experimentada da linha atacante dinamarquesa. Cruzou os melhores campeonatos e o facto de ter voltado a representar um emblema do seu país não revelará  menor capacidade.

Camarões


Os Leões Indomáveis nasceram para os Mundiais no Espanha’82 e desde aí não têm passado despercebidos em cada uma das suas visitas ao evento. Quem não se lembra da campanha Itália’90 com Roger Milla? Vinte anos volvidos, o mesmo Milla fez valer os galões e exortou os comandados de Paul Le Guen a um bom desempenho, uma tarefa que não se afigura fácil mas a determinação dos camaroneses pontuada pela experiência internacional da maioria dos jogadores, poderá fazer deles uma das equipas a seguir este ano.

 

Jogador-chave: Samuel Eto’o – pertence ao léxico de qualquer adepto do jogo pelos seus desempenhos em Espanha e Itália mas ainda não deixou a sua marca na selecção. Espicaçado por Milla, terá na África do Sul o seu palco redentor.

Japão


É mais uma selecção asiática que confiou a liderança técnica a um nacional numa altura em que o futebol nipónico parece ter estagnado, aguerrido mas ainda pouco prático e maduro. Será complicado o papel dos comandados de Takeshi Okada que, apesar de ter sido a primeira equipa a alcançar a qualificação para a África do Sul, lutará para pontuar confiando para isso no bom desempenho de Inamoto e Honda. Ao país do sol nascente restará a honra ou haverá espaço para a glória?

 

Jogador-chave: Shunsuke Nakamura – fez uma temporada para esquecer no Espanhol e o retorno ao Japão natal aconteceu com naturalidade mas Nakamura é o grande destaque dos samurais azuis também por ser o seu melhor marcador.

 

Opinião

Vejo o Japão como excluído de um grupo onde a Holanda, Dinamarca e Camarões farão as delícias dos adeptos com expectáveis bons jogos e promessa de muitos golos. Apostaria numa jornada final com o trio embrulhado mas a Dinamarca e a Holanda passarão à próxima fase.

publicado por Spinafro às 19:54

França perde, em casa, com a China, por 1-0, em jogo de preparação para o Mundial.

Os irlandeses devem estar contentes.

publicado por J.G. às 19:04
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Antes do recente amigável Brasil-Zimbabwe o hino do Brasil foi tocado numa versão bem... alternativa. É ver o ar desconfiado dos jogadores:

publicado por J.G. às 15:42
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Rio Ferdinand lesionou-se no joelho no primeiro treino da Inglaterra em solo africano. Foi na fase final quando efectuou um corte. Agora Michael Dawson deve ser chamado para o seu lugar e Gerrard deverá ser promovido a capitão.

publicado por J.G. às 15:23

Os Molotov surgiram em 1995, adoptando, sem nunca esquecer a herança cultural mexicana, um estilo então em voga, onde a desenvoltura do hip-hop se misturava com os riffs do rock mais pesado. Algumas vezes comparados (com exagero) aos Rage Against The Machine, talvez pelas letras carregadas de conteúdo político, venceram 3 Grammys latinos e são a banda mexicana com maior penetração no mercado internacional. Actualmente, como muitas selecções presentes no Mundial, a formação dos Molotov, outrora 100% mexicana, já incopora "naturalizados". 'Frijolero' é um tema de 2003 e foge ao ambiente tradicional do rap/rock.

 

 

 

publicado por N.T. às 14:46

Didier Drogba, avançado e capitão de equipa da Costa do Marfim, primeiro adversário de Portugal na fase de grupos do Mundial 2010, lesionou-se durante o jogo particular que a selecção africana disputou hoje, em Sion, Suíça, com o Japão.

Está fora do Mundial e como o azar de uns é a sorte de outros assim Portugal começa a ver com mais optimismo a estreia na competição.

 

(actualizado)

publicado por J.G. às 13:54

O jornal i publica hoje um suplemento totalmente dedicado aos Mundiais de Futebol, onde a selecção portuguesa esteve presente. 
Em 36 páginas vai poder lembrar a campanha dos Magriços, em 1996, quando Portugal chegou ao terceiro lugar e Eusébio acabou por ser eleito o melhor marcador.
Mais tarde, em 1986,  o caso Saltillo e a ameaça da greve penalizaram o Mundial desse ano. A vitória da Inglaterra representou o único momento positivo.
Já em 2002, com o fracasso na fase de grupos, o Mundial ficou marcado pela agressão de João Vieira Pinto ao árbitro Ángel Sánchez.
A participação portuguesa voltou a ser polémica em 2006. Desta vez não houve mão de Abel Xavier, mas voltou a existir um penálti polémico, por alegada falta de Ricardo Carvalho sobre Henry. Zidane mandou Portugal para casa.
Não perca também a nossa selecção em 2010. Saiba quem são todos os adversários e conheça em pormenor o calendário da competição.

Suplemento especial grátis distribuído esta sexta-feira com o i e também com o Região de Leiria, o Jornal do Centro, O Ribatejo, o Jornal da Bairrada, O Algarve e com o Diário das Beiras.

publicado por J.G. às 13:49
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Portugal

Selecção Nacional

É o nosso grupo. Contamos que a presença seja aceitável, na minha opinião chegar aos quartos de final (a partir daí tudo será positivo) é o objectivo mínimo. Claro que a fase de qualificação não foi aceitável, claro que a Selecção não consegue jogar bem 90 minutos, claro que as dúvidas são mais que muitas, até na divulgação dos convocados por Queirós. Mas também sabemos que um jogo pode fazer toda a diferença e arrancar para um mundial de qualidade. Esse jogo será o primeiro. Tudo será determinado a partir do apito final dos primeiros 90 minutos.

 

Jogador-Chave : Cristiano Ronaldo – é a estrela da companhia, é um dos melhores jogadores do mundo e os olhos estão todos apontados a ele. O peso da selecção recai sobre os seus ombros. A selecção dependerá e muito do seu jogo, do contributo para a equipa. Esperam-se golos do prodígio do Real Madrid, que não têm acontecido, espera-se que seja a luz que nos guiará para um mundial de bom nível contrariando as expectativas.

 

Brasil

Selecção do Brasil

Mundial sem Brasil não existe. Brasil consegue colocar 22 jogadores nesta competição (em selecções diferentes) e ainda disputam a final. Há quem diga que num jogo de futebol são 11 contra 11 e no final ganha a Alemanha, no mundial são 11 contra 11 e no final, o Brasil está sempre na dianteira, os 5 mundiais conquistados falam por si. Dunga moldou a selecção à sua medida, deu-lhe um toque pessoal em detrimento do espectáculo privilegiando o resultado. E bem, são 8 jogos até se poder ser campeão. Há uma nação inteira às suas costas e isso será o seu maior pesadelo. É que quando chegar ao Brasil novamente, todos esperam que seja com o hexa na bagagem.

 

Kaká

Jogador-Chave: Kaká – um dos melhores futebolistas da actualidade, companheiro de equipa da estrela de Portugal. Tem enorme peso na selecção brasileira, joga bem e bonito. Apesar das lesões que o “acompanharam” durante quase todo a época, ninguém duvida que para o Brasil ser campeão, a presença regular e de qualidade de Kaká tem de ser eminente!

 

Costa do Marfim

Selecção Costa do Marfim

Será, provavelmente, a selecção que irá disputar com Portugal a vaga livre que sobra deste grupo. Se o Brasil, com naturalidade conseguir o primeiro lugar, a equipa africana terá o seu jogo decisivo contra Portugal. É uma selecção de ataque evidenciado pelos 19 golos que marcou na qualificação, a melhor da zona africana. São vários os jogadores de experiência internacional, principalmente europeia, Drogba, Eboué, Kalou ou Touré, que dão o toque de midas a esta selecção. Suficiente ou não, em breve vamos ficar a saber!

 

Drogba

Jogador-Chave : Didier Drogba – o mais mediático avançado do futebol africano, actua no Chelsea, é uma poderosa arma de fazer golos, seja no Chelsea ou na selecção. Provavelmente será a sua última participação neste evento mundial, e deverá deixar bem firmados os seus créditos. A classe que evidencia na Liga Inglesa é a mesma que suspiram os responsáveis pela selecção da Costa do Marfim.

 

Coreia do Norte

Selecção da Coreia do Norte

A selecção outsider do grupo, do mundial, fechada sobre si mesma, ou não estivéssemos a falar de um país que vive quase à margem do mundo. Claro que também é de surpresas que devemos temer quando falamos da Coreia do Norte, o pouco que se sabe deixa antever que não terá grandes hipóteses de qualificação, é a pior no ranking FIFA das presentes neste mundial, mas será prudente que todos encarem o jogo com esta selecção como se de uma Itália ou França se tratasse!

 

Hong Yong-Jo

Jogador-Chave : Hong Yong-Jo – atacante que actua no futebol russo, talvez o mais experiente jogador do plantel, começou no seu país, passou pela Sérvia e está neste momento no campeonato russo. Melhor marcador da fase de qualificação, é o ícone do futebol norte coreano!

 

Opinião

Obviamente eu aposto na nossa selecção para a qualificação. Acredito que somos capazes de discutir o primeiro lugar neste grupo, evitando o duelo ibérico que se pode esperar na segunda fase (cruzamos com o grupo da Espanha). No entanto, e como falei em cima, o Brasil é a eterna selecção candidata à vitória final e este mundial não foge à regra. Costa do Marfim terá uma palavra a dizer, o jogo contra Portugal será decisivo. Quanto à Coreia do Norte, o que todos esperam é que a selecção asiática não roube pontos a ninguém, e nesse particular, caso isso aconteça pode ajudar a definir o grupo.

Portugal e Brasil em frente!


publicado por Pedro Varela às 10:52

Alemanha


Em todos os mundiais são sempre apontados como fortes mas nunca como principais favoritos. Porque não jogam um futebol bonito optando pela força física, pela frieza, e pelo rigor da disciplina os alemães são como que a ovelha negra entre as históricas candidatas à vitória final. Um dia Gary Lineker terá caricaturado da melhor forma o que é a selecção alemã nos jogos decisivos com a frase do 11 para 11 e no fim ganha a Alemanha. Ter 7 presenças em finais dá um peso histórico que Joachim Löw quer aproveitar dando continuação ao excelente trabalho que tem desde 2006 onde segurou um 3º lugar, conseguindo depois jogar a final do Euro 08 com a Espanha e agora na fase de qualificação apurou a Alemanha nas calmas com 8 vitórias, dois empates e nenhuma derrota!

A preparação para o Mundial tem sido um horror para os germânicos que têm sido dizimados por lesões: Heiko Westermann, Christian Traesch, o guardião Rene Adler, Simon Rolfes e Ballack, estão todos de fora da competição.

Apesar das ausências o novo campitão Lahm já veio dizer que o objectivo é chegar, no minímo às meias finais. E não há que duvidar da capacidade da mannschaft que conta com forte experiência na defesa com Mertesacker no centro e boas alternativas às ausências de vulto que devem passar pelo reposicionamento de Schweinsteiger mais para o meio e a aposta em Trochowski, Toni Kroos ou Mesut Özil. Depois na frente a Alemanha não tem problemas de finalização tal é a oferta: Cacau , Mario Gomez , Stefan Kiessling , Miroslav Klose , Lukas Podolski e  Thomas Müller que tem tudo para ser uma das grandes revelações do torneio.

Contem com eles até ao fim.

Jogador-chave: Bastian Schweinsteiger - Normalmente este espaço seria ocupado por Ballack mas uma polémica lesão priva a Alemanha do seu habitual capitão. Sendo assim os olhares centram-se em Schweinsteiger que aos 25 anos já tem mais de 70 internalizações e está apto para ser o farol da Alemanha usando o seu potente pontapé de longe, a sua técnica colada às linhas ou no meio a organizar jogo, tudo suportado numa forma física forte à boa maneira alemã.

 

Austrália


Em 2006 os australianos impressionaram com a sua inesperada passagem aos 1/8 de final deixando para trás a Croácia.  Depois encontraram a Itália e o mundo viu uma Austrália que resistiu com bravura até aos 95' altura em que o espanhol Cantalejo oferece um penalti que Totti não desperdiçou abrindo assim caminho à vitória italiana na competição.

Na altura era Guus Hiddink o treinador principal e a escola holandesa tem continuação no actual técnico, Pim Verbeek que aproveitou o convite para apurar pela 3ª vez a equipa do país dos cangurus.

O ponto forte da Austrália é o facto de ser composta na sua maioria por jogadores que muito evoluiram na europa nomeadamente no campeonato inglês. Conseguimos identificar com facilidade nomes familiares com Mark Schwarzer da baliza do Fulham, que aos 37 anos jogou a final da Liga Europa, Lucas Neill, agora no Galatasaray, Jason Cullina, de regresso ao seu país, Bresciano do Palermo, Harry Kewell também do Galatasaray e Tim Cahill estrela do Everton.

Não é impossível repetirem a presença nos 1/8 de final.

Jogador-chave: Tim Cahill - O médio que tem feito uma bela carreira em Inglaterra desde os 18 anos quando foi jogar para o mítico Millwall fez uma boa temporada no Everton e é figura de proa da sua selecção que já representou por 37 vezes apontando 19 golos, foi o melhor marcador da fase qualificação. O sucesso da Austrália em África passa pelos pés, pela inspiração das jogadas e passes construídos por Cahill.

 

Sérvia


A Sérvia é estreante em Mundiais isto porque em 2006 ainda foi um seleccionado da Sérvia e Montenegro que esteve presente. Antes era a Jugoslávia, sempre de futebol atraente, com a evolução do cenário político hoje temos a Sérvia à procura da sua identidade sendo a maior prova disso a inclusão de Dejan Stankovic, o craque do Inter, que vai participar pela 3ª vez no Mundial sempre com federações diferentes: 98 pela Jugoslávia, 2006 pela Sérvia e Montenegro e agora pela Sérvia. Quem os lidera é Radomir Antic que aos 60 anos recuperou a alegria de treinar e mostrou bem a sua força ao vencer o seu grupo de qualificação à frente de França, Áustria e Roménia!

Para atacarem o Grupo D a Sérvia apresenta fortes argumentos com uma defesa cheia de reconhecidos valores: Ivanovic (Chelsea), Nemanja Vidic (Manchester United),Aleksandar Lukovic (Udinese) e Aleksandar Kolarov (Lázio) o tal que Mourinho quer levar para Madrid. Todos devem fazer esquecer o "amigo" de Scolari Dragutinovic que é baixa de última hora.

Depois há o talento, a técnica e a irreverência da escola jugoslava herdada por Milos Krasic (CSKA), Jovanovic (Standard Liege), Kacar (Hertha) ou Petrovic (Partizan) que formam um meio campo que faz sonhar a nação sérvia. E na frente há esperança na finalização de Nikola Zigic (Valência), e do veterano Marko Pantelic (Ajax).

Para seguir com atenção.

Jogador-chave: Nemanja Vidic - Aos 28 anos é o esteio da defesa sérvia tal como acontece no Manchester United. Já a caminho da meia centena de jogos pela Sérvia, Vidic é uma das âncoras em quem Antic mais confia para dar equilíbrio tanto no jogo defensivo como nas suas habituais subidas à área contrário em lances de bola parada.

 

Gana

É dos países africanos o que mais tem evoluído nos últimos anos como se pode verificar pela excelente presença na Alemanha em 2006, só caíram nos 1/8 de final com o Brasil e já tinham batido americanos e checos, pela recente ida à final do CAN e por nova presença num Mundial. A maior curiosidade está reservada logo para o jogo de estreia em que defrontam a Sérvia país natural do seu treinador, Milovan Rajevac que mantém a tendência dos ganeses apostarem em técnicos daquela nacionalidade como tinha acontecido com Dujkovic em 2006.

Mas o futebol do Gana fazia muito mais sentido se Michael Essien estivesse em campo, só que a estrela do Chelsea não tem jogado desde Janeiro altura em que se lesionou no 1º jogo do CAN e acabou mesmo por não ser convocado.

Sem Essien as atenções viram-se para Muntari, Matthew Amoah e Asamoah Gyan e espera-se que soltem o perfume do seu futebol atacante salvaguardado por uma estrutura defensiva sempre muito forte que não sofre golos com facilidade.

A jogarem no seu continente e mesmo sem Essien o Gana poderá ser equipa a levar em conta no Grupo D.

Jogador-Chave: Sulley Ali Muntari - Sem Essien a escolha vai para o ala do Inter que já conta com meia centena de jogos pelo Gana, 16 golos, e aos 25 anos é uma das referências da equipa. Conta com a experiência de ter jogado o Mundial de 2006 e vai tentar não levar dois cartões amarelos em dois jogos como aconteceu na altura em que o privou de disputar o último jogo do grupo. Muntari será a chave para uma boa campanha ganesa.

 

Opinião

Num grupo onde há Alemanha a dúvida resume-se a saber quem será a segunda equipa a ser apurada para a próxima fase e não é fácil prever quem conseguirá fazer história. Uma vez que a Sérvia ainda procura a sua própria identidade e o Gana não conta com Essien talvez seja a Austrália que melhor pode aproveitar para repetir uma presença nos 1/8 de final.

publicado por J.G. às 01:17
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