Quinta-feira, 08 DE Julho 2010

Com dois teclados, um walkman, um atendedor de chamadas e um pedal de guitarra se atiraram aos palcos os suíços The Young Gods. Reza a lenda que só depois do décimo concerto adquiriram o primeiro sampler. Partiram do rock industrial, foram pioneiros no recurso à electrónica (quase exclusiva, não fosse a presença da bateria) e também a souberam adoptar como género ao longo de progressivas renovações sonoras que os conduziram igualmente a fases de experimentação acústica (único campo de aparição da guitarra em "carne e madeira"). Fugindo aos temas mais evidentes dos longos 25 anos de carreira dos The Young Gods, e sem a carismática voz de Franz Treichler, 'Acid Strangel'.

 

 

publicado por N.T. às 13:21
Sexta-feira, 25 DE Junho 2010

Suíça, o que foi isto?!

A sério, alguém que nos explique o que é que a Suíça quis fazer no Campeonato do Mundo. Estreia épica com uma defesa apurada e com um aproveitamento ofensivo exemplar que derrotaram os favoritos espanhóis, campeões europeus em título. O Mundo espantou-se e nem a derrota com o Chile esmoreceu o entusiasmo à volta da equipa Hitzfeld porque o último jogo era contra os acessíveis hondurenhos.

Pode uma equipa vencer a Espanha e não conseguir fazer um golo às Honduras? Pelos vistos sim. E não se pense que foi uma vingança à receita que a Suíça apresentou aos espanhóis. Nada disso. Ao contrário do que se possa pensar este não foi um jogo de ataque constante do favorito com os hondurenhos só a defenderem o 0-0.

Por incrível que pareça a equipa de David Suazo esteve sempre mais perto do golo do que os europeus. Diego Benaglio e a pouca pontaria de Suazo, Alvarez ou Welcome permitiram que o resultado não fosse favorável à única equipa que não veste de vermelho neste grupo.

Surpresa total pela negativa o fraco jogo da Suíça que chegou a mostrar algum conformismo com o resultado empatado quando se sabia que só dependia da sua veia goleadora para vencer o grupo.

Surpresa total o futebol das Honduras que procurou o ataque apoiado, acabando o jogo fazendo ataques de 5 avançados para 2 defesas, e que, diga-se a verdade, até merecia sair de África com uma vitória de consolação.

Os hondurenhos nos 3 jogos nunca mostraram ser assim tão fracos como toda a gente dizia serem e a Suíça enganou o mundo com aquela vitória sobre Espanha que afinal foi o único golo que fizeram na competição.  Entrada de rompante saída pela porta dos fundos, assim foi a Suíça neste Mundial. Jogo surpreendente que revelou a falta de jeito dos helvéticos para atacarem. Assim tudo voltou ao normal no grupo com a passagem de Espanha e Chile. A Suíça veio só para assustar mas já voltou para o sossego dos Alpes onde vai acompanhar o resto do Mundial.

 

Melhor em Campo: 8 Wilson PALACIOS

publicado por J.G. às 23:15
Segunda-feira, 21 DE Junho 2010

Chile confirma as boas indicações deixadas na qualificação e no jogo inaugural contra Honduras. Voltou a mostrar bom futebol ofensivo e depois de contribuir para um recorde da Suíça esperou 10' para o quebrar.

A Suíça também confirmou a impressionante capacidade defensiva que tem vindo a dar alegrias ao seu povo.

Mas hoje a opção por uma postura defensiva foi mais forçada por uma expulsão polémica aos 20' de Valon Behrami, o primeiro helvético a ver um vermelho em Mundiais. Até aí a Suíça mostrou capacidade ofensiva e vontade em dar continuidade à grande vitória sobre a Espanha. Com menos um os europeus adoptaram o jogo defensivo que tinham mostrado no primeiro jogo e tudo estava a correr bem até ao intervalo com o Chile a não conseguir ultrapassar o nosso bem conhecido Diego Benaglio.

O treinador chileno arriscou na 2a parte e lançou Mark Gonzalez e Valdivia no lugar de vidal e Humberto Suazo que ainda está longe da forma ideal. O Chile tomou conta do jogo e lançou-se em busca da vitória que foi sendo adiada pela muralha da Suíça que entrou para a história dos Mundiais ao bater o recorde de 550 minutos sem sofrer um golo que pertencia à Itália (entre os Mundiais México 86 e Itália 90). Aumentaram em cerca de 10' esse recorde já que à meia hora de jogo da 2a parte finalmente apareceu o golo de Mark Gonzalez numa cabeça na pequena área não sei que antes a bola ainda tenha tocado na barra.

Estava feito o mais complicado e o Chile ficava isolado neste grupo. Só que a Suíça que voltou a mostrar o quão rigoroso pode ser o ser o seu ataque e muito perto do fim Eren Derdiyok quase que dava o empate numa rara oportunidade de golo. Mas a bola saiu ao lado do poste direito chileno e assim estava consumada a primeira derrota da Suíça que terá ser bem mais ofensiva no último jogo do grupo contra as Honduras.

O Chile está bem lançado para fazer história neste Mundial africano e as equipas sul americanas continuam em grande.

 

Melhor em Campo: 11 Mark GONZALEZ

publicado por J.G. às 20:30
Quarta-feira, 16 DE Junho 2010

CURA DE HUMILDAD

É com este título que a Marca abre a sua análise à maior surpresa do Mundial. Foi preciso esperar pelo último jogo da 1ª jornada para vermos um resultado verdadeiramente inesperado. Os espanhóis, campeões europeus, levaram um balde de água fria depois de nas últimas semanas andarem a "escolher" os parceiros para a final.

A "roja" tem um sério problema com jogos na África do Sul. Recordemos que há um ano foi ali que perderam a invencibilidade que já durava há 35 jogos numa partida com os Estados Unidos da America e hoje a Suíça, mesmo sem Alexander Frei, terminou com uma série de 12 jogos sem perder dos espanhóis. Isto ao 50º jogo da Espanha em Mundiais.

Mas não se pense que a Espanha perdeu por fazer fraca exibição. Este foi o jogo típico do favorito a atacar o tempo todo e o menos forte a defender-se bem, com sorte, e a aproveitar que tudo saía bem para fazer um golo.

A Espanha teve 73% de posse de bola tentou 30 vezes rematar à baliza, contra 11, teve 12 cantos, contra 3. Mas o melhor que fez foi acertar na trave de Diego Benaglio por Xabi Alonso, a Suíça depois respondeu na mesma moeda com Derdyiok a fazer o mesmo, e nem mesmo as entradas de Torres e Navas em campo mudaram a sorte do jogo.

A organização da Suíça encontrou-se com o rigor alemão do timoneiro Ottmar Hitzfeld e tornou-se impossível ultrapassar a defensiva helvética. Se Os campeões europeus já estavam nervosos com o nulo então depois do golo de Gelson Fernandes (nascido em Cabo Verde) entraram em desespero. Golo que surgiu após um longo pontapé do guarda redes Diego para a frente onde Derdyiok recolheu e não conseguiu bater Casillas sobrando para o herói Fernandes.

Del Bosque tentou de tudo mas não conseguiu evitar nova derrota na África do Sul. Depois da histeria que se instalou no país vizinho após a recente goleada à Polónia os ânimos acalmaram e as contas deste grupo ficaram todas baralhadas.

Com este resultado a Suíça aumenta para 484 minutos sem sofrer um golo em Mundiais após 5 jogos!

com esta surpresa fecha-se a 1ª jornada do Mundial 2010.

 

Melhor em Campo: 16 Gelson FERNANDES

publicado por J.G. às 19:12
Sábado, 05 DE Junho 2010

Espanha


Uma das principais favoritas ao título mundial, a actual campeã europeia fez uma qualificação irrepreensível, vencendo todos os jogos disputados e atingindo a marca dos 2,8 golos por jogo (média apenas superada pela Inglaterra). É uma equipa fortíssima em todos os aspectos. Se Fernando Torres aparecer na sua melhor forma, apresentará umas das mais temíveis duplas atacantes do Mundo. No miolo não há espaço para juntar Xavi, Alonso, Iniesta e Fabregás no 11, motivo mais que suficiente para que os seleccionadores presentes (mesmo Dunga e Capello) se roam de inveja. Na defesa conta com um Piqué em progressiva afirmação e que terá sido a grande figura defensiva da temporada europeia. Sobra ainda aquele que será o trio mais forte de guarda-redes da competição. Serão estes argumentos suficientes para quebrar a malapata dos quartos de final? É que a Fúria Espanhola só derrubou essa barreira numa ocasião. E já lá vão 60 anos...


Homem chave: Xavi Hernández- O melhor jogador do Euro 08 voltou a fazer uma época fantástica no Barcelona. Na sombra do génio de Messi, é Xavi quem coordena todo o futebol 'culé'. Na selecção as coisas não são muito diferentes e é na sua capacidade de liderança, sentido táctico e qualidade de passe que assentará o possível sucesso dos nossos vizinhos.

Suiça

Segunda presença consecutiva em Mundiais, nona no total, é comandada pelo alemão Ottmar Hitzfeld, que fez grande parte da sua carreira como futebolista na Suiça. A inexperiência das Honduras e a juventude do Chile garantem boas perspectivas de passagem aos oitavos de final, mas dificilmente terão capacidade para repetir os quartos de final alcançados em 1934, 1938 e 1954. A sua força reside no meio-campo, onde pontificam o "italiano" Inler, o "francês" Gelson Fernandes, o "britânico" Behrami e o "germânico" Tranquilo Barnetta, mas a coesão defensiva do bloco que actua à frente do nosso conhecido Diego Benaglio é igualmente importante. O ataque estará entregue a Nkufo e ao experiente Alexandre Frei, ambos com 5 golos no apuramento.

Homem chave: Tranquillo Barnetta- O jogador do Bayer Leverkusen é o típico dinamizador do futebol pelas alas, que garante profundidade ofensiva a qualquer equipa. Procura a linha para servir os avançados, mas também pode ser perigoso nas diagonais.

Honduras

Tal como a Nova Zelândia, estreou-se em Espanha e faz agora a sua segunda participação na fase final do Mundial. Em 1982 arrancou dois empates. Curiosamente, um deles obtido frente ao anfitrião, que volta agora a cruzar-se com os 'catrachos'. As Honduras, que poderá ser uma das poucas selecções a surgir na África do Sul com uma táctica de 3 centrais,  apresenta um colectivo equilibrado, mas é no meio-campo e no ataque que se encontram os seus principais destaques. Amado Guvera, de 34 anos, 133 internacionalizações, enverga a braçadeira e lidera a equipa no relvado, auxiliado na cobertura defensiva por Wilson Palacios, figura em destaque no apuramento do Tottenham para as competições europeias. No ataque, apesar do brilho mediático de Suazo, é Carlos Pavon quem se destaca, forçando o ex-benfiquista a recuar no terreno e a servir o ponta de lança em vez de ser ele o servido. E os adeptos ainda choram a ausência, por lesão, de Carlos Costly. Só Pavon marcou mais golos que ele durante o apuramento.

Homem chave: Carlos Pavón- É o melhor marcador de sempre na selecção e já passou 2 vezes pela Europa, mas sem grandes resultados. Primeiro em Espanha, no Saragoça, depois em Itália, na Udinese e Nápoles, marcou um único golo em 29 jogos que se dividem por 3 épocas. Nas Honduras a história é outra e o jogador que, com outro sucesso, também já passou pelos campeonatos mexicano e norte-americano, é o ídolo dos jovens locais. No Real España, da cidade de San Pedro Sula, marcou 19 golos na última época.

Chile

O Chile foi a grande surpresa da qualificação da CONMEBOL, terminado em 2º com os mesmos pontos do Paraguai e o máximo goleador do apuramento: Humberto Suazo, que deverá falha os primeiros jogos da competição devido a um estiramento muscular. Com Claudio Maldonado fora dos planos de Marcelo Bielsa, é Matias Fernandéz quem no relvado lidera uma equipa irreverente pela sua juventude e de pendor nitidamente ofensivo. O sportinguista é bem acompanhado nas alas pela velocidade do extremo Mark González e pelo virtuosismo e poder de explosão de Alexis Sanchez. Regressam aos Mundiais após duas edições de ausência. O Chile, como anfitrião, classificou-se na terceira posição em 1962.

Homem chave: Humberto Suazo- Figura chave no apuramento, actuou em todas as partidas e marcou 10 golos. Menos influente no seu clube, ainda assim disputou metade dos jogos do Saragoça na Liga Espanhola, terminando a época com uma marca interessante: 1 golo a cada 3 jogos. A lesão sofrida a escassos dias do início da competição é a principal dor de cabeça para Marcelo Bielsa.

Opinião

No grupo de onde sairá o possível adversário de Portugal nos oitavos de final, a Espanha é a clara favorita. As Honduras não deverão ter capacidade para ombrear com Chile e Suiça, que entre si deverão disputar a segunda vaga de acesso. Aposto claramente na maior experiência dos europeus.

publicado por N.T. às 22:37

O mundial está mesmo prestes a iniciar-se, mas ainda há tempo para alguns jogos amigáveis. Assim sendo, aqui fica a lista do amigáveis que ainda pode assistir e quem sabe ver algumas surpresas tal como aconteceu com a China a vencer a França por 1-0.

 

Sábado, 5 Junho

Holanda - Hungria
Austrália - EUA
África do Sul - Dinamarca
Gana - Letónia
Argélia - EAU
Roménia - Honduras
Eslováquia - Costa Rica
Sérvia - Camarões
Suiça - Itália

Domingo, 6 Junho

Nigéria - Coreia do Norte

Segunda, 7 de Junho

Tanzânia - Brasil

Terça, 8 de Junho

Portugal - Moçambique
Espanha - Polónia

Quarta,  9 de Junho

Chile - Nova Zelândia

publicado por Pedro Varela às 01:44
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